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FAQ – Perguntas Frequentes (Coronavírus)

  1. O que é o coronavírus?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), coronavírus é uma família de vírus que pode causar doenças em animais ou humanos. Em humanos, esses vírus provocam infecções respiratórias que podem ser desde um resfriado comum até doenças mais severas como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O novo coronavírus causa a doença chamada COVID-19.

  1. O que é COVID-19?

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo mais recente coronavírus descoberto. O vírus e a doença eram desconhecidos antes do surto iniciado em Wuhan, na China, em dezembro de 2019. Como nunca tivemos contato com o vírus antes, não temos imunidade contra ele.

  1. Quais são os sintomas da COVID-19?

As informações disponíveis atualmente apontam que o novo coronavírus pode causar sintomas leves e semelhantes aos da gripe, além de doenças mais graves. Os pacientes apresentam uma variedade de sintomas: febre (83%-98%), tosse (68%) e falta de ar (19%-35%). Com base nos dados atuais, 81% dos casos parecem ter doença leve ou moderada, 14% parecem progredir para doença grave e 5% são críticos.

Os sintomas mais comuns da COVID-19 são, portanto, febre, tosse seca e cansaço. Outros sintomas menos comuns, e que podem afetar alguns pacientes, incluem dores, congestão nasal, dor de cabeça, conjuntivite, dor de garganta, diarreia, perda de paladar ou olfato e erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. Algumas pessoas são infectadas, mas apresentam apenas sintomas muito leves.

  1. Como a COVID-19 é transmitida?

A doença se espalha principalmente de pessoa para pessoa através de pequenas gotas expelidas pelo nariz ou boca, quando uma pessoa tosse, espirra ou fala. Essas gotículas são relativamente pesadas, não se espalham para muito longe e rapidamente se depositam nas superfícies e chão. As pessoas podem se contaminar caso respirem essas gotículas de uma pessoa infectada pelo vírus. É por isso que é importante ficar a pelo menos um metro de distância dos outros. Essas gotículas podem pousar em objetos e superfícies ao redor da pessoa, como mesas, maçanetas e corrimãos. As pessoas podem ser infectadas ao tocar nesses objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca. Por isso, é tão importante lavar as mãos regularmente com água e sabão ou limpar com álcool gel 70.

Algumas partículas menores podem ficar por até três horas em suspensão no ar. Daí a importância de se ter ambientes ventilados e evitar locais fechados, além da recomendação de uso de máscaras.

  1. Pessoas sem sintomas podem transmitir o coronavírus?

Sim, é possível contrair a COVID-19 de alguém que tenha apenas uma tosse leve e não se sinta doente.

  1. Qual a chance de pegar a COVID-19?

O risco está diretamente relacionado à exposição e à sua localização e, mais especificamente, se existe um surto de COVID-19 na sua região. Certifique-se de cumprir todas as restrições sobre viagens, circulação ou grandes aglomerações. A cooperação com os esforços de controle de doenças reduzirá o risco de pegar ou espalhar a COVID-19. É importante estar ciente da situação da pandemia na sua região ou para o local aonde você pretende se deslocar. O Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde Estaduais publicam atualizações diárias sobre a situação da COVID-19 em todo o Brasil.

  1. Quais são os riscos especiais de COVID-19 para mulheres grávidas?

A taxa de infecção e a progressão para doença grave em mulheres grávidas é semelhante à de mulheres adultas não-grávidas. As mesmas medidas de proteção contra a transmissão do vírus se aplicam a ambas. Até agora, nenhuma transmissão da mãe para o feto foi descrita. O parto vaginal deve ser encorajado quando a mãe e o bebê não estão gravemente doentes. Medidas rígidas de proteção (máscaras faciais e higiene das mãos) devem ser observadas para proteger o recém-nascido e a equipe de saúde durante e após o parto. A separação da mãe e do bebê e a amamentação devem ser discutidas caso a caso. O recém-nascido deve ser protegido da infecção pela mãe, tanto quanto possível. Se a mãe desejar esgotar seu leite ou amamentar, a desinfecção da mama deve ser adicionada aos métodos de proteção mencionados.

  1. O que devo fazer se tiver sintomas de COVID-19 e quando devo procurar atendimento médico?

Se você tiver sintomas menores, como tosse leve ou febre leve, geralmente não há necessidade de procurar atendimento médico. O ideal é ficar em casa, fazer autoisolamento (conforme as orientações das autoridades nacionais).  Mas, caso tenha alguns desses sintomas, acione o Asfeb Sigma, Salvador e Lauro de Freitas: (71) 2202-8622, Feira de Santana: (75) 4020-8088 e demais cidades: 0800 702 0173 ou acione através do seu aplicativo Asfeb Saúde.

  1. Quem deve fazer o exame para confirmação?

O exame de diagnóstico para a COVID-19 deve ser feito somente quando solicitado pelo médico, que vai levar em conta a história e o tempo de evolução da doença para indicar qual o exame mais indicado. É importante que o médico interprete o resultado, pois o fato de ser negativo não confirma, necessariamente, a ausência de doença.

  1. Posso fazer exames preventivos?

Não existe indicação para realização de exames preventivos para COVID-19. Se não houver sintomas, não há necessidade do exame específico.

  1. Como diferenciar gripe comum da COVID-19?

Os sintomas de COVID-19, incluindo febre, tosse e dificuldade em respirar, são semelhantes aos de outros vírus da gripe e resfriado. Nesse momento, a decisão de fazer o exame para identificar COVID-19 depende do status clínico do paciente e do status da epidemia em uma localização geográfica específica. A avaliação dos sintomas de resfriado e gripe também inclui testes para vírus respiratórios de rotina, especialmente influenza. Em geral, se você não tem sintomas e normalmente não procura atendimento médico com base no que sente agora, não precisa de avaliação ou teste para a COVID-19.

Fontes: Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS)

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